quinta-feira, 28 de abril de 2011
O mundo não ia acabar só em 2012?
Sandy... devassa...
Faustão... magro...
Silvio Santos... pobre...
Ronaldinho Gaúcho... condecorado pela Academia Bras. de Letras...
Dilma... fazendo omelete na Ana Maria Braga....
Tiririca... na Comissão de Educação...
Maluf e Collor... na Comissão da Reforma Política...
Genoíno... na Assessoria de ética do Governo e no Ministério da Defesa...
Faustão... magro...
Silvio Santos... pobre...
Lázaro Ramos... galã...
Dilma... fazendo omelete na Ana Maria Braga....
Tiririca... na Comissão de Educação...
Maluf e Collor... na Comissão da Reforma Política...
Genoíno... na Assessoria de ética do Governo e no Ministério da Defesa...
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Leis de Deus
Quem realmente somos?
Isso pode ser determinado pelas leis de Deus?
Nosso comportamento vai determinar aquilo que somos? Quem somos?
O sacrifício de Jesus deu à humanindade a prova de seu amor.
''Jesus morrer por nós por AMOR, para que a Lei agora, não venha nos oprimir! Mas que a lei agora venha nos apaixonar, ou seja, eu obedeço por que amo aquele que se entregou por mim, por paixão, por amor!''
O amor de Jesus vai fazer com que a gente disperte essa vontade, isso vai gerar um comportamento puro, uma busca do homem a uma semelhança com seu criador. O objetivo de Jesus era motivar esse comportamento de amor nas pessoas. Acredita-se que através desse amor se pode encontrar a nossa verdadeira essência, e saber quem realmente somos.
Mas é possível descobrir quem realmente somos através desse amor divino?
Pode-se dizer que nosso comportamento diz realmente quem somos?
O amor à Deus e suas leis, nada mais são que comportamentos, que podemos internalizar ou simplesmente praticar. Um modo de vida.
Através do amor Jesus seduziu as pessoas, talvez seus ensinamento levem mesmo o homem à felicidade. Mas essas leis, sendo seguidas ou não pelo homem , não vão determinar quem ele realmente é, porque ao contrário de Jesus, o homem ainda é movido pelo desejo de poder, luta de classes, é um ser mesquinho, egoísta, bla bla... O homem pode adotar parcialmente todos esses comportamentos, mas isso nunca vai determinar quem ele realmente é.
Você sabe com quem está falando?
''O homem é um cadáver adiado.'' (Fernado Pessoa)
Crítica sensacional a respeito da arrogância humana.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Religião
De onde surgiu a religião?
Segundo Erich Fromm, ela vai surgir de uma necessidade humana de sentido ou de busca de uma harmonia perdida. Quando o homem toma consciência de si mesmo e se liberta da condição de 'animal' ele parte para essa busca de sentido.
''O homem é o único animal para quem a sua existência é um problema que ele tem que solucionar e do qual não pode fugir. Todo novo estágio que atinge deixa-o descontente e perplexo, e esta mesma perplexidade impele-o a avançar em busca de novas soluções. Não há um 'impulso para o progresso' inato no homem, é a contradição de sua existência que o faz prosseguir no caminho que tomou.'' (Fromm)
O homem vai passar a procurar formas de recuperar essa harmonia que ele perdeu no momento em que tomou consciência de si no mundo, tendo a necessidade da 'Re-ligação' com o significado básico da vida, que pode ser através de uma religião ou simplesmente de um sistema como o ateísmo ou a filosofia.
''O fato de termos uma necessidade de significado não quer dizer que qualquer significado atenda a essa mesma necessidade.''
É preciso saber em que grau as soluções que encontramos para nossos problemas existenciais estão realmente nos favorecendo nesse sentido de encontrar o equilíbrio, a harmonia, até que ponto favorecem a expressão da força humana! Até que ponto estamos conscientes da influência que a religião exerce sobre nós? Nessa busca por sentido em religiões e crenças, em que momento o ''se encontrar'' se torna ''se perder''?
O que é essa motivação religiosa que já se mostrou tão devastadora em diversas ocasiões da história da humanidade?
Ps: Achei a imagem sensacional!
Poesia
O fim de um breve caso
Tentei fazer o negócio de pé
dessa vez.
normalmente não custuma
funcionar.
dessa vez parecia
que...
ela seguia dizendo
''ó, meu Deus, você tem
pernas lindas!''
tudo estava bem
até que ela tirou os
pés do chão
e enrroscou suas pernas
em volta dos meus quadris.
''ó, meu Deus, você tem
pernas lindas!''
ela pesava cerca de 63
quilos e ficou ali presa enquanto eu
trabalhava.
foi só quando eu cheguei ao clímax
que senti a dor
correr espinha
acima.
deitei-a no sofá
e caminhei ao redor
da sala.
a dor continuava.
''olha só'', eu disse,
''é melhor você ir. tenho
que revelar uns filmes
na minha câmara escura.''
ela se vestiu e se foi
e eu segui até a
cozinha para um copo
d'água. peguei um copo cheio
com a mãe esquerda.
a dor correu para além das minhas
orelhas e
deixei cair o copo
que se espatifou no chão.
entrei numa banheira cheia de
água quente e sais Epsom.
recém tinha acabado de me esticar
quando o telefone tocou.
ao tentar endireitar
minhas costas
a dor se estendeu por
pescoço e braços.
caí pesadamente
me agarrei às bordas da banheira
consegui sair
com raios verdes e amarelos
e luzes vermelhas
lampejando em minha cabeça.
o telefone continuava tocando.
atendi.
''alô?''
''EU TE AMO!'', ela disse.
''obrigado'', eu disse.
''é tudo que você tem
pra me dizer?''
''sim.''
''vá à merda!'' ela disse e
desligou.
o amor se esgota, pensei
ao caminhar de volta ao
banheiro, mais rápido
do que um jato de esperma.
Charles Bukowski, o velho bêbado assanhado, do livro: ''O amor é um cão dos diabos''.
Pra quem gosta de um livro de bolso pra ler no ônibus, na sala de espera do dentista, no engarrafamento, esperando o amigo que ta prestes a te dar um bolo, ou comendo pipoca no banco do parque numa bela tarde de domingo, eu recomendo.
Esse livro em especial, fala de muitos e muitos de seus casos com suas putas e suas curtas ''histórias de amor''.
Ótimo pra fazer uma pausa depois de horas de filosofia na biblioteca!
Tentei fazer o negócio de pé
dessa vez.
normalmente não custuma
funcionar.
dessa vez parecia
que...
ela seguia dizendo
''ó, meu Deus, você tem
pernas lindas!''
tudo estava bem
até que ela tirou os
pés do chão
e enrroscou suas pernas
em volta dos meus quadris.
''ó, meu Deus, você tem
pernas lindas!''
ela pesava cerca de 63
quilos e ficou ali presa enquanto eu
trabalhava.
foi só quando eu cheguei ao clímax
que senti a dor
correr espinha
acima.
deitei-a no sofá
e caminhei ao redor
da sala.
a dor continuava.
''olha só'', eu disse,
''é melhor você ir. tenho
que revelar uns filmes
na minha câmara escura.''
ela se vestiu e se foi
e eu segui até a
cozinha para um copo
d'água. peguei um copo cheio
com a mãe esquerda.
a dor correu para além das minhas
orelhas e
deixei cair o copo
que se espatifou no chão.
entrei numa banheira cheia de
água quente e sais Epsom.
recém tinha acabado de me esticar
quando o telefone tocou.
ao tentar endireitar
minhas costas
a dor se estendeu por
pescoço e braços.
caí pesadamente
me agarrei às bordas da banheira
consegui sair
com raios verdes e amarelos
e luzes vermelhas
lampejando em minha cabeça.
o telefone continuava tocando.
atendi.
''alô?''
''EU TE AMO!'', ela disse.
''obrigado'', eu disse.
''é tudo que você tem
pra me dizer?''
''sim.''
''vá à merda!'' ela disse e
desligou.
o amor se esgota, pensei
ao caminhar de volta ao
banheiro, mais rápido
do que um jato de esperma.
Charles Bukowski, o velho bêbado assanhado, do livro: ''O amor é um cão dos diabos''.
Pra quem gosta de um livro de bolso pra ler no ônibus, na sala de espera do dentista, no engarrafamento, esperando o amigo que ta prestes a te dar um bolo, ou comendo pipoca no banco do parque numa bela tarde de domingo, eu recomendo.
Esse livro em especial, fala de muitos e muitos de seus casos com suas putas e suas curtas ''histórias de amor''.
Ótimo pra fazer uma pausa depois de horas de filosofia na biblioteca!
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